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Governo vai alinhar pré-sal a conteúdo local

O secretário de Óleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, afirmou que um dos elementos fundamentais para definir o ritmo dessas ofertas é a capacidade da indústria instalada aqui no Brasil
Rio de Janeiro (RJ) - O secretário de Óleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, afirmou que “o governo pretende alinhar o ritmo de leilões de novas áreas do pré-sal com o avanço da capacidade da indústria local para atender à demanda de bens e serviços”.
“Inúmeras áreas já foram mapeadas e devem ser colocadas em licitação. Um dos elementos fundamentais para definir o ritmo dessas ofertas é a capacidade da indústria instalada aqui no Brasil em atender às demandas do setor de petróleo e gás”, destacou Almeida, que participou da abertura da UK Energy In Brazil 2014, nesta terça-feira, no Rio de Janeiro.
 
Segundo Almeida, quanto maior for a cadeia de fornecedores no país, mais rapidamente serão ofertadas as áreas. As empresas que estão se preparando para entrar no mercado ou que já atuam no segmento vêem nessa visão uma postura de cuidado com o tempo de maturação e de expansão de suas estruturas, além do ganho gradual de expertise, mas as petroleiras podem não encarar o fato com o mesmo otimismo.
 
Ele ressalvou, porém, que, nos leilões já realizados, a Petrobras pode reduzir as exigências de conteúdo local, “uma vez que os contratos não tinham exigências muito significativas”. Almeida disse supor que os investimentos que estão sendo implementados agora são referentes às rodadas 2 e 4.
 
"Acho que esses níveis de conteúdo local estão sendo feitos de maneira voluntaria pela Petrobras. OS nivis de exigencia desses contratos são muito menores. Então acho que esse problema. Se é volumtario, a Petrobras pode abrir mão", destacou.
 
Ele também frisou que todos os contratos serão respeitados e as cláusulas de contaudo local serão exigidas de todos os agente de mercado. E salientou que, se a estatal do petróleo, optar por volumes adicionais, " não terá nenhuma problema"
 
Fonte: Monitor mercantil / Macar offshore 

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